
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
em the beatles,
See how they run like pigs from a gun, see how they fly.
I'm crying.
Sitting on a cornflake, waiting for the van to come.
Corporation tee-shirt, stupid bloody tuesday.
Man, you been a naughty boy, you let your face grow long.
I am the eggman, they are the eggmen.
I am the walrus, goo goo g'joob.
Mister city policeman sitting
Pretty little policemen in a row.
See how they fly like lucy in the sky, see how they run.
I'm crying, i'm crying.
I'm crying, i'm crying.
Yellow matter custard, dripping from a dead dog's eye.
Crabalocker fishwife, pornographic priestess,
Boy, you been a naughty girl you let your knickers down.
I am the eggman, they are the eggmen.
I am the walrus, goo goo g'joob.
Sitting in an english garden waiting for the sun.
If the sun don't come, you get a tan
From standing in the english rain.
I am the eggman, they are the eggmen.
I am the walrus, goo goo g'joob g'goo goo g'joob.
Expert textpert choking smokers,
Don't you thing the joker laughs at you?
See how they smile like pigs in a sty,
See how they snied.
I'm crying.
Semolina pilchard, climbing up the eiffel tower.
Elementary penguin singing hari krishna.
Man, you should have seen them kicking edgar allan poe.
I am the eggman, they are the eggmen.
I am the walrus, goo goo g'joob g'goo goo g'joob.
Goo goo g'joob g'goo goo g'joob g'goo.
em ultraje a rigor,
versão pela banda Móveis Colonias de Acaju:
EU ME AMO
Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei pra aprender
Daqui pra frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei
Refrão
Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim
Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo
Refrão
Foi tão difícil pra eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar, mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim
Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar
chegou por email,
| from | :Heitor Ferraz | ||
| to | :erica zingano | ||
| date | :Tue, Aug 18, 2009 at 2:05 AM | ||
| subject | :Re: para hacer en londres/paris/lisboa | ||
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
EU/ douro, porto, 28/09/09
EU/ jardim da estrela, lisboa, 24/09/09
email encaminhando pela minha mãe,
Data: Sun, 11 Oct 2009 19:17:07 +0100
Assunto: As Pontes sobre o Rio Tejo
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
em antonin artaud,
em maíra ortins,

terça-feira, 13 de outubro de 2009
EU/ tejo, lisboa, 06/10/09
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
realmente começo a desconfiar que o EU está na moda

em rogério sganzerla,


em augusto dos anjos,
Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.
Profundíssimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.
Já o verme — este operário das ruínas —
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,
Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há-de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
domingo, 20 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
EU/ marina da glória, rio de janeiro, 03/09/09 - 17/09/09
"o EU é frágil
e se desmancha...
pretendia que sobre a pedra
ele fosse levado pelo mar
quando lambido
no vai e vem das ondas
mas sobre a pedra os musgos
o enredaram
e o fixaram."

O EU enviado pela Francine foi desenvolvido por ela no decorrer de
3 semanas (03/09/09 - 17/09/09), um EU em processo/observação:
distender o tempo e observar o comportamento/reação da paisagem
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
EU/ camden town, londres, 04/09/09
EU/ camden town, londres, 04/09/09 (vídeos)
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
"la disparition"
no alfabeto espelhado da BHV, a letra E desapareceu,

em ananda zíngano kuhn,

EU/ sena, paris, 03/09/09
![]() |
| EU/ sena, paris |
EU/ tâmisa, londres, 28/08/09
![]() |
| EU/ tâmisa, londres |
terça-feira, 18 de agosto de 2009
passou no metropólis,
| Obra de arte até na água |
| 8/11/2009 |
| 5ª Bienal VentoSul |
O artista canadense Jean-Yves Vigneau está com sua obra “H2O” exposta sobre o lago da Ópera de Arame. As pessoas terão a chance de conhecer o trabalho do conceituado artista em um dos principais cartões postais de Curitiba até 11 de outubro. A obra de Jean-Yves Vigneau é composta por letras gigantes (7x2,4 metros) feitas de madeira em formato da fórmula da água que flutuam sobre o local. O objetivo do artista é que cada visitante tenha uma leitura pessoal da obra imersa no lago. A reflexão do público pode ser instigada pelo encontro da arquitetura metálica da Ópera de Arame com a arte contemporânea em madeira, representada pela equação H2O=$%?. Duas obras diferentes que se completam em um mesmo cenário. Vale a pena conferir. |
em marcela vieira,

em fred benevides,
| |||||||||||||||||||||||||
em caetano veloso,
quando eu passar por você
de cara alegre e cruel
feliz e mau como um pau duro
acendendo-se no escuro
cascavel
eriçada na moita
concentrada e afoita
eu já chorei muito por você
também já fiz você chorar
agora olhe pra lá porque
eu fui me embora
você nem vai me reconhecer
quando eu passar por você
em thaís de campos e ivo lopes araújo,
O longa metragem Praia do Futuro é uma produção de vários diretores cearenses que integram o coletivo Alumbramento Produções Cinematográficas: Guto Parente, Thaïs Dahas, Felipe Bragança, Fred Benevides, Ivo Lopes, Salomão Santana, Mariana Smith, Pablo Assumpção, Ricardo Pretti, Thaís de Campos, Themis Memória, Luiz Pretti, Rúbia Mércia, Ythallo Rodrigues, Armando Praça, Diogo Costa e Wanessa Malta. O filme é dividido em 15 episódios e a ideia é trazer ao público o olhar individualizado de cada diretor sobre uma das principais praias de Fortaleza, a chamada Praia do Futuro.
A obra foi produzida com recursos da própria Alumbramento, o filme tem nomes que tem se destacado em festivais pelo Brasil, como Ivo Lopes (do documentário Sábado à noite) e Felipe Bragança (co-roteirista e assistente de direção de O Céu de Suely). Trailers do filme podem ser assistidos na página da produtora no YouTube.
"Livro Livre"
matéria sobre o projeto:
em ana cristina césar,
Vamos tomar chá das cinco e eu te conto minha
grande história passional, que guardei a sete chaves,
e meu coração bate incompassado entre gaufrettes.
Conta mais essa história, me aconselhas como um
marechal do ar fazendo alegoria. Estou tocada pelo
fogo. Mais um roman à clé?
Eu nem respondo. Não sou dama nem mulher
moderna.
Nem te conheço.
Então:
É daqui que eu tiro versos, desta festa – com
arbítrio silencioso e origem que não confesso –
como quem apaga seus pecados de seda, seus três
monumentos pátrios, e passa o ponto e as luvas.
"Como rasurar a paisagem"
a fotografia é um tempo morto
fictício retorno à simetria
secreto desejo do poema
censura impossível
do poeta
em gina pane,

em sofi hemon,


em al berto,
Víamos - pelo lado menos sombrio do pensamento - todo o sistema
planetário.
Víamos o tremelicar da luz nas veias e o lodo das emoções na ponta dos
dedos. O latejar do tempo na humidade dos lábios.
E a insónia, com seus anéis de luas quebradas e espermas ressequidos.
As estrelas mortas das cidades imaginadas.
Os ossos [tristes] das palavras.
A noite cerca a mão inteligente do homem que possui uma cabeça
transparente.
Em redor dele chove.
Podemos adivinhar uma chuva espessa, negra, plúmbea.
Depois, o homem abre a mão, uma laranja surge, esvoaça.
As cidades (como em todos os livros que li) ardem. Incêndios que
destroem o último coração do sonho.
Mas aquele que se veste com a pele porosa da sua própria escrita olha,
absorto, a laranja.
A queda da laranja provocará o poema?
A laranja voadora é, ou não é, uma laranja imaginada por um louco?
E se a laranja cair? E o poema? E o poema com uma laranja a cair?
E o poema em forma de laranja?
E se eu comer a laranja, estarei a devorar o poema? A ficar louco?
[...]
E a palavra laranja existirá sem a laranja?
E a laranja voará sem a palavra laranja?
E se a laranja se iluminar a partir do seu centro, do seu gomo mais
secreto, e alguém a [esquecer] no meio da noite - servirá [o brilho] da
laranja para iluminar as cidades há muito mortas? E se a laranja se
deslocar no espaço
- mais depressa que o pensamento, e muito mais devagar que a laranja
escrita
- criará uma ordem ou um caos?
O homem que possui uma cabeça de vidro habita o lado de fora das
muralhas da cidade.
Foi escorraçado.
[E] na desolação das terras, noite dentro, vigia os seus próprios sonhos
e pesadelos. Os seus próprios gestos - e um rosto suspenso na solidão.
Onde mora o homem que ousou escrever com a unha na sua alma, no seu
sexo, no seu coração?
E se escreveu laranja no coração, a alma ficará saborosa?
E se escreveu laranja no sexo, o desejo aumentará?
Onde está a vida do homem que escreve, a vida da laranja, a vida do
poema - a Vida, sem mais nada - estará aqui?
No interior do meu corpo? ou muito longe de mim - onde sei que possuo
uma outra razão...e me suicido na tentativa de me transformar em poema
e poder, enfim, circular livremente.
em torquato neto,
pronome
pessoal intransferível
do homem que iniciei
na medida do impossível
eu sou como eu sou
agora
sem grandes segredos dantes
sem novos secretos dentes
nesta hora
eu sou como eu sou
presente
desferrolhado indecente
feito um pedaço de mim
eu sou como eu sou
vidente
e vivo tranqüilamente
todas as horas do fim.
em fernando pessoa, carta endereçada a adolfo casais monteiro, em 13 de janeiro de 1935
"Aí por 1912, salvo erro (que nunca pode ser grande), veio-me à idéia escrever uns poemas de índole pagã. Esbocei umas coisas em verso irregular (não no estilo Álvaro de Campos, mas num estilo de meia regularidade), e abandonei o caso. Esboçara-se-me, contudo, numa penumbra mal urdida, um vago retrato da pessoa que estava a fazer aquilo. (Tinha nascido, sem que eu soubesse, o Ricardo Reis.)
Ano e meio, ou dois anos depois, lembrei-me um dia de fazer uma partida ao Sá-Carneiro – de inventar um poeta bucólico, de espécie complicada, e apresentar-lho, já não me lembro como, em qualquer espécie de realidade. Levei uns dias a elaborar o poeta mas nada consegui. Num dia em que finalmente desistira – foi em 8 de Março de 1914 – arcerquei-me de uma cômoda alta, e, tomando um papel, comecei a escrever, de pé, como escrevo sempre que posso. E escrevi trinta e tantos poemas a fio, numa espécie de êxtase cuja natureza não conseguirei definir. Foi o dia triunfal da minha vida, e nunca poderei ter outro assim. Abri com um título, O Guardador de Rebanhos. E o que se seguiu foi o aparecimento de alguém em mim, a quem dei desde logo o nome de Alberto Caeiro. Desculpe-me o absurdo da frase: aparecera em mim o meu mestre. Foi essa a sensação imediata que tive. E tanto assim que, escritos que foram essas trinta e tantos poemas, imediatamente peguei noutro papel e escrevi, a fio, também, os seis poemas que constituem a Chuva Oblíqua, de Fernando Pessoa. Imediatamente e totalmente… Foi o regresso de Fernando Pessoa Alberto Caeiro a Fernando Pessoa ele só. Ou melhor, foi a reação de Fernando Pessoa contra a sua inexistência como Alberto Caeiro.
Aparecido Alberto Caeiro, tratei logo de lhe descobrir – institiva e subconscientemente – uns discípulos. Arranquei do seu falso paganismo o Ricardo Reis latente, descobri-lhe o nome e ajustei-o a si mesmo, porque nessa altura já o via. E, de repente, em derivação oposta à de Ricardo Reis, surgiu-me impetuosamente um novo indivíduo. Num jato, e à máquina de escrever, sem interrupção nem emenda, surgiu a Ode Triunfal de Álvaro de Campos – a Ode com esse nome e o homem com o nome que tem.
Criei, então, uma coterie inexistente. Fixei tudo aquilo em moldes de realidade. Graduei as influências, conheci as amizades, ouvi, dentro de mim, as discussões e as divergências de critérios, e em tudo isto me parece que fui eu, criador de tudo, o menos que ali houve. Parece que tudo se passou independentemente de mim. E parece que assim ainda passa. Se algum dia eu pude publicar a discussão estética entre Ricardo Reis e Álvaro de Campos, verá como eles são diferentes, e como eu não sou nada na matéria." [negritos nossos]
(PESSOA, 1986, pp.96-97).
PESSOA, Fernando. Obras em prosa. Org., intr. e notas Cleonice Berardinelli. Rio de Janeiro: Ed. Nova Aguilar, 1986.
em benveniste,
para benveniste, o conceito de “eu” já não existe, uma vez que o “eu” remete sempre para aquele que fala, no ato de estar falando, durante a enunciação. Ou seja, o pronome “eu” só existe enquanto potência de discurso, passando assim a ser visto como uma função.
BENVENISTE, Émile. Problèmes de linguistique générale. Paris: Gallimard,1966. Section V, “L’homme dans la langue”.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
em rimbaud, carta endereçada à Paul Demeny em 1871
"Car Je est un autre. Si le cuivre s’éveille clairon, il n’y a rien de sa faute. Cela m’est évident: j’assiste à éclosion de ma pensée: je la regarde, je l’écoute: je lance un coup d’archet: la symphonie fait son remuement dans les profondeurs, ou vient d’un bond sur la scène."
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
EU/ pq. do ibirapuera, são paulo, 13/08/09
em maria gabriela llansol,
"Eu é o outro que vejo em mim. Um lugar não desmultiplicado, uno, amplo, criando sempre maior e mais amplitude, vivendo incansavelmente por dentro da natureza
até trazer à superfície onde se apoia o inteligente deslumbramento que olha o homem novo sentado ao piano."
(O jogo da liberdade da alma, 2003, p. 17).
"O eu como nome é nada"
(Inquérito às quatro confidências - Diário III, 1996, p. 48).
em mário de sá-carneiro,
eu, espelho de céu, reflexo do fundo
email para eduardo jorge, 19/07/09
| from | :erica zingano | ||
| to | :Eduardo Jorge | ||
| date | :Sun, Jul 19, 2009 at 8:20 PM | ||
| subject | :meu EU | ||
| |||
tenho pensado muito em helicóptero em hélice etc
(até escrevi um poemas sobre isso a partir dos leques de mallarmé, atualizando asa em hélice, outra forma de dizer leque)
e eu sonhei que sobrevoava o atlântico e de dentro de um helicóptero jogava um texto que flutuava no mar
esse texto virou EU
dispersa em fragmento sobre a água
como eu quis transformar em série penso em jogar o EU na água
na terra
no fogo
em cada lugar um EU diferente...
sempre solto
o do fogo em cobre
o da terra em vermelho
daí acho que vou fazer isso pela EUropa
por lá claro que vou
cavar bruracos me jogar no tejo no tâmisa e no sena...
o EU louco solto por aí...
como juntamos o meu EU com o seu EU?
minha idéia, além da EUropa
era fazer o EU pela mão do outro
enviar para algumas pessoas pra cada uma fazer o trabalho
levar até uma lagoa rio açude
fotografar/filmar etc...
assim eu teria vários EU juntos...
eu achei uma grande coincidência boa e queria juntar o meu EU com o seu EU?
vamos pensar?
posso te mandar um EU pelo correio?
me manda teu adress!
beijos em vc
ez
msn com eduardo jorge, 19/07/09
eriqueta says: (15:23:13) eu te mostrei o vídeo-rascunho pra fazer na viagem?
Eduardo says: (15:23:13) wow
eriqueta says: (15:23:14) pera
Eduardo says: (15:23:20) mostra, mostra
Eduardo says: (15:23:26) quanto tempo de viagem?
Eduardo says: (15:23:31) vai ser viagem de formacao?
eriqueta says: (15:23:58) http://www.youtube.com/watch?v=HLHmYUklI-Q
eriqueta says: (15:23:59) sempre é né? quase dois meses...
eriqueta says: (15:24:06) vou fazer umas coisas por lá tb
eriqueta says: (15:25:08) esse vídeo é como um rascunho, para testar os materiais,
eriqueta says: (15:25:09) antes de fazer na paisagem...
Eduardo says: (15:26:36) caramba
Eduardo says: (15:26:43) preciso te mostrar uma foto que fiz
eriqueta says: (15:26:52) sério?
eriqueta says: (15:26:57) zeitgeist?
Eduardo says: (15:27:13) ta no outro comp. vou pegar
Eduardo says: (15:27:18) achei muito legal o video
eriqueta says: (15:27:42) é mais a idéia aí
eriqueta says: (15:27:48) queria tentar fazer mais bem feito...
eriqueta says: (15:27:55) é na banheira aqui de casa...
Eduardo says: (15:28:03) melhor ainda
eriqueta says: (15:28:07) mas eu vou fazer com vários elementos...
eriqueta says: (15:28:10) na fogueira
Eduardo says: (15:28:11) vou para um ap com banheira
eriqueta says: (15:28:12) na terra
eriqueta says: (15:28:16) hahahaha
Eduardo says: (15:28:16) serio?
Eduardo says: (15:28:19) hahahahaha
eriqueta says: (15:28:28) eu tive um sonho
Eduardo says: (15:28:29) preciso te mostrar mais fotos
Eduardo says: (15:28:33) eu tb
eriqueta says: (15:28:35) o trabalho nasceu assim
Eduardo says: (15:28:36) ouvi vozes
eriqueta says: (15:28:50) eu te mando pra vc fazer em bh, quer?
Eduardo says: (15:28:58) diziam assim:
eriqueta says: (15:29:01) e soltar na lagoa da pampulha?
Eduardo says: (15:29:05) "sai do meio"
eriqueta says: (15:29:15) pq eu quero dar a realização do trabalho pra alguns amigos...
eriqueta says: (15:29:23) daí vc fotografa...
Eduardo says: (15:29:43) eu ja vou te enviar o trabalho feito
Eduardo says: (15:29:46) em 5 min
Eduardo says: (15:30:30) foram as vozes
eriqueta says: (15:30:42) que fizeram seu trabalho?
eriqueta says: (15:30:50) mas sério...
eriqueta says: (15:30:57) give me your adress by email
eriqueta says: (15:31:06) que vc faz o trabalho na pampulha e fotografa...
eriqueta says: (15:31:10) acho que funciona...
Eduardo says: (15:31:55) vozes da llansol
eriqueta says: (15:32:14) como vozes da llansol?
eriqueta says: (15:32:17) hahahaha
Eduardo says: (15:32:23) hahahaha
Eduardo says: (15:32:47) ja te explico
Eduardo says: (15:32:53) primeiro to salvando as fotos
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eriqueta says: (15:37:25) muito engraçado
eriqueta says: (15:37:27) hahahaha
Eduardo says: (15:37:33) hahahahaha
eriqueta says: (15:37:33) acho que temos que assinar juntos
Eduardo says: (15:37:39) foram as vozes
Eduardo says: (15:37:52) assinamos como vozes
Eduardo says: (15:38:05) o problema eh a editora
eriqueta says: (15:38:13) não tem problema
eriqueta says: (15:38:22) vou te escrever um email explicando meu projeto disso
Eduardo says: (15:38:24) editora vozes
eriqueta says: (15:38:26) e vc me explica o seu
Eduardo says: (15:38:31) certo
eriqueta says: (15:38:33) a gente bola alguma coisa
eriqueta says: (15:38:37) entre os dois trabalhos
eriqueta says: (15:38:42) junto ou separado
eriqueta says: (15:38:45) a gente cria o EU
Eduardo says: (15:38:45) e depois disso tem outra coisa louca
Eduardo says: (15:39:04) o ypse
Eduardo says: (15:39:09) segundo bataille
Eduardo says: (15:39:11) a experiencia interior
Eduardo says: (15:39:23) to lendo muito bataille
Eduardo says: (15:39:29) esqueci até que existe bicho
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eriqueta says: (15:40:35) que engraçado duddys
Eduardo says: (15:40:52) eh a voz do bataille
Eduardo says: (15:41:38) nao mostrei isso pra ninguem
eriqueta says: (15:41:53) eu mostrei pra algumas pessoas
eriqueta says: (15:41:55) o EU
eriqueta says: (15:42:24) o meu são séries de EU
eriqueta says: (15:42:32) EU na água no fogo na terra
Eduardo says: (15:42:43) poxa, muito bom
Eduardo says: (15:42:51) eu tô trabalhando com os elementos
Eduardo says: (15:43:02) eh o sintoma da teoria
eriqueta says: (15:43:07) eu ia fazer um teste sexta na lagoa do ibirapuera com a waléria...
eriqueta says: (15:43:12) mas caí doente
eriqueta says: (15:43:17) eu coloquei no herbário
eriqueta says: (15:43:30) http://herbariodespacos.blogspot.com
eriqueta says: (15:43:40) que é onde eu me mexo fora da dissertação
eriqueta says: (15:44:02) ainda não expliquei nada lá
eriqueta says: (15:44:07) pq está em processo
eriqueta says: (15:44:16) eu vou fazer o do fogo com cobre
Eduardo says: (15:44:59) o nome tá bem legal
eriqueta says: (15:45:08) do que?
eriqueta says: (15:45:11) do herbário?
eriqueta says: (15:54:58) ô ô ô
eriqueta says: (15:55:15) mas edu eu tô impressionada com os EUs
eriqueta says: (15:55:18) hahahaha
eriqueta says: (15:55:22) ridículo isso
eriqueta says: (15:55:28) hahahahhaha
Eduardo says: (15:55:37) hahahaha
Eduardo says: (15:55:55) pois eh
Eduardo says: (15:55:56) eu tb
eriqueta says: (15:58:05) tu viu no herbário, a llansol = a mamãe, qd crianças?
eriqueta says: (15:58:07) hahahaha
Eduardo says: (15:58:14) hahahahaha
Eduardo says: (15:58:16) hahahaha
eriqueta says: (16:00:47) beibe
Eduardo says: (16:00:52) sapataria
eriqueta says: (16:00:52) vou sair do msn
Eduardo says: (16:00:55) llansol
Eduardo says: (16:00:59) melhoras
eriqueta says: (16:01:00) pois num é...
Eduardo says: (16:01:05) vou preparar um sanduiche
eriqueta says: (16:01:09) esse blog é reflexo da dissertação, distorcida claro
eriqueta says: (16:01:13) adorei hablar
eriqueta says: (16:01:17) e nossas coincidências
Eduardo says: (16:01:21) estava com saudades
eriqueta says: (16:01:24) te explico num email o trabalho...
eriqueta says: (16:01:34) beijos de saudades
eriqueta says: (16:01:36) sim!
eriqueta says:: (16:01:40) amigoooooooooo
eriqueta says: (16:01:42) hahahhahahaha
eriqueta says: (16:01:45) hahahahahhahahah
Eduardo says: (16:01:46) hahahahahaha
Eduardo says: (16:01:48) hahahahaha
Eduardo says: (16:01:57) melhoras amigaaaaaaa
eriqueta says: (16:02:01) sim sim sim
eriqueta says: (16:02:04) sim sim sim
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sonho, 10/07/09
caderno, anotação






































